quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Hora de contar a história da radiodifusão

Mãos a obra! Hoje estou tentando deixar em dia meus estudos e minha vontade de partilhá-los neste espaço. A matéria sob nosso foco será História da Radiodifusão, com a professora Rosângela Silva Castelo.

Durante essa aula participamos da Fenicom (Feira da Indústria e Comércio de Rondônia), do “Diálogo com a Imprensa” promovido pelo Ministério Público Federal e pesquisamos a história das televisões locais. No debate no MPF, vimos que imprensa não existe para ser justa, mas para ser livre. No entendimento do órgão, imprensa livre e responsável é uma mola mestra de toda democracia. Um papel reconhecido dentro da democracia, em especial, na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Por outro lado, o membro do MPU é defensor dos interesses da sociedade, um advogado do povo brasileiro.

Radiodifusão é a transmissão de ondas de radiofrequência, que por sua vez são moduladas, estas se propagam eletromagneticamente através do espaço (rádio, TV, fax, celular, telex etc). A radiodifusão teve início com o telégrafo sem fio, por volta de 1912.

Radiocomunicação – designa vulgarmente o aparelho transmissor e receptor de ondas de radiofrequência. Parte física/receptor.

Radiodifusão – recepção de sinais de radiofrequência. Não é palpável, é a frequência, elétrons no espaço.

Cada um tem legislação própria e separada. A radiocomunicação pode ser comercial e amadora, enquanto o radiofrequência é de âmbito restrito à área comercial.

Atualmente Rondônia tem o maior índice de celulares do Brasil. (De carros 0 km também!)

Também estudamos sobre concessão pública, que tomamos por base o vídeo feito por alunos da Universidade Federal de Viçosa, confira:




Fiz várias anotações, mas aproveitarei para vermos juntos os vídeos que assistimos em aula sobre os principais momentos da radiodifusão brasileira, confira as três partes vistas:







Assim encerramos mais essa postagem, com um forte meio de comunicação para as várias regiões brasileiras, o rádio: “A informação em cima da hora essa é a beleza do rádio”.

Sociologia e Comunicação

Sabe aqueles vários planos que vão ficando guardados e de repente um dia o recuperamos? Pois é, assim ficaram as minhas anotações da matéria Sociologia da Comunicação, ministrada por Eunice Helena Cordenuzzi, em maio deste ano, para minha turma do Curso Técnico em Rádio e Televisão. Vamos às anotações:

Sociologia é uma ciência humana que estuda o homem e suas relações sociais; a sociedade; a organização social e os processos que interligam os indivíduos, grupos e associações, o macro. É diferente da Psicologia, que está mais para a particularidade, o indivíduo.


Na Fundação Rede Amazônica, pelo viés da Sociologia da Comunicação, estudamos a relação dos meios de comunicação de massa com os agentes sociais, tentando compreender as diferentes formas de constituição da sociedade e sua cultura midiática. Uma das nossas atividades foi analisar o comportamento (preconceito, violência, desvio de conduta, opressão, mudança de atitude e outros) no filme “Crash – No limite”.

Socialização é o processo através do qual o indivíduo se integra no grupo em que nasceu adquirindo os seus hábitos e valores característicos. E é através da socialização que o indivíduo pode desenvolver a sua personalidade e ser admitido na sociedade.

Também estudamos sobre a incorporação de novos hábitos por um grande número de pessoas ao mesmo tempo. Na socialização massificada há assimilação de hábitos característicos do seu grupo social, todo processo através do qual um indivíduo se torna membro funcional de uma comunidade, assimilando a cultura que lhe é própria. É um processo contínuo que nunca se dá por determinado e é realizado através da comunicação.

Nesse sentido, aprendemos sobre os tipos de socialização:
Primária – quando a criança aprende e interioriza a linguagem, as regras básicas da sociedade, a moral e os modelos de comportamento do grupo a que se pertence.

Secundária – todo e qualquer processo que introduz um indivíduo já socializado em novos setores do mundo (escola, grupos de amigos, igreja, trabalho e outros).

Sempre haverá um aprendizado quando convivemos em comunidade, pois existem expectativas que são depositadas pelo grupo sobre o indivíduo. Assim, ele assumirá novos papéis nos grupos a que pertencer e nas várias situações em que for colocado.

Nisso nasce certos modismos, o sujeito vai perdendo a individualidade. Aquele que não acompanha as “tendências” muitas vezes é o diferente, o rejeitado.

Indústria cultural – empresas e instituições que trabalham visando o lucro. Sociedade capitalista e que transformou o cultural em produto comercializado. Rádio, TV e Revistas. Para mais informações, estudar a Escola de Frankfurt.

Concepções ideológicas de produto – descrição aproximada das tecnologias, princípios de fundamento e formas de produto, para satisfazer as necessidades dos clientes.

Cultura de massa – é um movimento no qual grande quantidade de indivíduos vai perdendo a espontaneidade, a capacidade de ação, de usar as palavras para comunicar entre si, e passa a comportar-se sem discutir, passivamente, de tal forma que o conjunto resulta numa massa homogeneizada.

A cultura de massa ganhou força com o surgimento de outros movimentos como o capitalismo industrial, a urbanização, as tecnologias de comunicação.

Logo, o indivíduo que interage numa massa não age mais, apenas reage de forma padronizada a estímulos externos. Essas reações são chamadas comportamentos.

Público - parte da população que se quer atingir para ver/vender algo. É um setor mais organizado, mais definido que massa ou multidão anônima, aleatória, dispersa.

Já na parte do estudo sobre movimentos sociais vimos que a comunicação é uma ferramenta importante para divulgar essa forma de organização para outras pessoas que não estão associadas. Internamente, contribui na hora mostrar dificuldades e conquistas, direitos e reivindicações, promovendo os objetivos comuns. Pode o grupo passar sua versão do movimento, seja qual for.

Conhecimento
Por que repassar essas informações para um blog? Para manter vivo na memória o que já estudei. Com isso, também vou deixar registrado o que aprendemos sobre o conhecimento: produto da atividade consciente do pensamento, que estabelece a natureza social entre o ser humano e o condiciona a sua história e a sua cultura.

São três formas de conhecimento: intuitivo (intuição), discursivo (raciocínio, lógica) e compreensivo (compreensão).

E os tipos são cinco: empírico (senso comum), mítico (mitos e lendas), teológico (religiosidade, fé), filosófico (crítico, especulativo) e científico (experimental, objetivo).

Estudamos mais tópicos, incluindo mídia, política, opinião pública, sociedade de consumo, relações sociais, preconceitos, xenofobia, homofobia, entre outros. Mas o que ficou também registrado foi uma lição de vida:

“O que torna um sonho impossível não é o sonho em si, mas a covardia em não lutar para que ele se concretize. Seja feliz e busque seus sonhos. Você merece”, professora Eunice.

Português, linguagem e tópicos

“Eu me interesso pela linguagem porque ela me fere ou me seduz”, Roland Barthes em O prazer do texto.

Encontrei no site da Revista Língua e Literatura uma análise que perpassava pela citação acima: “Apreendo na lição do crítico literário francês aqueles efeitos próprios da linguagem que são o encantamento e a sedução”.

O texto continua dizendo: “como se sabe, a linguagem pode ser considerada, enquanto fenômeno cultural, como manifestação puramente linguística ou como um discurso artístico sobreposto ao código linguístico e, portanto, literário”.

Estou pensando neste assunto justamente porque meu interesse de estudo é comunicação (além de que, adoro essa frase). E a linguagem está presente em todas as formas de comunicação.

Tanto que por meio de recursos linguísticos podemos tornar nossa troca de mensagens mais rica e expressiva, haja vista o caso da poesia, das declarações de amor, de um bom texto no jornal... enfim, podemos passar informações, revelar sensibilidade, expressar diversas formas de sentimento, interagir com as pessoas, e demonstrar nossos traços como autores de textos escritos e falados.

“Ai, palavras, ai, palavras, que estranha potência a Vossa” (Cecília Meireles)

Para melhorar o alcance da mensagem e evitar os ruídos, quero rever alguns tópicos de linguagem, que estudei na Gramática de Nilson Teixeira de Almeida. Querendo ou não, a maior ferramenta de um jornalista é o uso correto do Português, porque seremos cobrados na linguagem formal e até mesmo na informal: como pode um comunicador falar/escrever errado?

Tópicos de Linguagem

Abaixo – em lugar menos elevado (Estava muito abaixo daquele piso)

A baixo – para baixo (Mediu-a de cima a baixo)

Embaixo – advérbio de lugar (O garotinho estava escondido embaixo da cama)

Acima – em lugar elevado, superior (Ele estava acima de todos)

A cima – para cima (Mediu-a de baixo a cima)

Em cima – antônimo de embaixo (Estava em cima da casa)

A cerca de ou cerca de – aproximadamente, mais ou menos (A festa acontece a cerca de duas quadras daqui)

Acerca de – a respeito de (Falávamos acerca de você)

Há cerca de – faz aproximadamente (O avião decolou há cerca de uma hora)

A fim (de) – com o objetivo de (Alimento este blog a fim de aprender mais)

Afim – semelhante, que tem afinidade (Sempre tivemos ideias afins)

A menos de – tempo futuro ou distância aproximada (A menos de um mês, viajo)

Há menos de – aproximadamente, mais ou menos (Partiu há menos de dez minutos)

A princípio –
inicialmente, no começo (A princípio tudo parecia normal)

Em princípio – em tese, antes de tudo (Em princípio todos temos direito à liberdade de expressão)

Por princípio – por forte razão, em virtude de valores morais (Por princípio, era um jornalista que não aceitava jabás)

Ao encontro de – a favor de (Suas ideias vêm ao encontro das minhas)

De encontro a – oposição, choque (Terminou colidindo ao ir de encontro a um ônibus)

Ao invés de – ao contrário de (Ao invés de acreditar, duvidou e muito da proposta)

Em vez de – em lugar de (Em vez de ir trabalhar, foi descansar)

A par – ciente, bem informado (Ficamos a par dos acontecimentos)

Ao par – equivalência cambial (O Brasil elevou o papel-moeda, deixando o real e o dólar quase ao par)

À toa – a esmo, em vão (Falar à toa)

Demais – os restantes, os outros, muito excessivamente (Bebeu demais)

De mais – opões a de menos (Havia talheres de mais sobre a mesa)

Há – existe(m), faz (Saiu há duas horas)

A – preposição - para tempo futuro - (Sairá daqui a pouco)

Mas – porém, todavia, contudo (Saiu, mas voltaria logo)

Mais – advérbio de intensidade (Era a mais bonita da festa)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Exercitando a locução

Nesta semana, a matéria que estou estudando é Técnica de Locução para Rádio. Justamente nesta noite, minha tarefa era procurar um exercício de aquecimento/desaquecimento para voz.

Segundo o professor Santiago Roa Junior, a respiração é um fator importante quando vamos falar durante a programação. “O locutor é no ar, o que é no dia a dia”, lembrou ele, mostrando que a voz, apesar de poder ser trabalhada/treinada, deve ser a mais natural possível: não imposte a voz. “Busque sua identidade”, explica ele. Somos únicos, é o quer ele quer dizer, por isso, não precisamos imitar ou forçar a voz para sermos reconhecidos.

Saber respirar é importante para todos que trabalham com a voz, de cantores, apresentadores, cerimonialistas, oradores, locutores, repórteres, professores etc.

Vamos começar o estudo primeiro com um exercício de relaxamento, que consiste em circular a cabeça para a direita e para a esquerda, depois para os lados, para cima e para baixo. Fazer caretas, como forma de utilizar todos os músculos do rosto e articular as vogais, só para iniciar.

Para a turma, o professor Santiago mostrou a técnica de estar com corpo relaxado, sem cruzar pernas e pés no chão, costas no apoio da cadeira. Nisso, inspira-se e expira-se, com diafragma solto/liberado. Assim, ao fazer a abertura de um programa, conforme sugestão acima, estaria mais calmo e preparado para o início do seu trabalho.

Colaborando com essa técnica, não se esqueça de fazer uma leitura prévia do texto, porque pode haver palavras que precisam ser substituídas por outras mais simples e adequadas ao contexto. Depois podemos fazer a sequência prática para FM, em que a abertura seria composta por:

1. Saudação, incluindo a hora e data;
2. Nome da rádio e a sintonia;
3. Nome do programa, conteúdo do programa;
4. Seu nome (locutor);
5. Convite a participar por telefone ou email, e outros informes;
6. Anunciar a primeira música.

Tarefa - Fazendo a tarefa que ele nos passou (uma vez que faltei à aula de hoje), fui procurar na internet os exercícios vocais. Confira o que mostra o site Arte de Falar:

"Encha os pulmões de ar, de preferência pelo nariz, principalmente em ambientes abertos ou frios. Faça-o estendendo o diafragma para baixo, de modo que sua barriga pareça encher-se de ar.

Você notará que a parte superior dos seus pulmões, também se inflará. Mas de forma correta, ou seja : somente no final de sua inspiração. Isto quer dizer, que você conseguiu inflar todo o seu pulmão".

O site explica que “é necessário que as pessoas que trabalham com a voz, dominem esta técnica. Dosando a quantidade de ar a ser inspirado, de acordo com a frase a ser lida ou cantada”, porque isso “influi na dicção, volume da voz e resistência do locutor”.

O convite que eles fazem é praticar com um pequeno texto, então vamos lá:

"Durante sua leitura, você encontrará, frases ou períodos mais longos, que deverão ser lidos de uma só vez. ou seja: num só fôlego. Para isso você terá que controlar melhor sua respiração. A primeira coisa a fazer é estudar o texto, e identificar frases onde será necessário o emprego de maiores ou menores tomadas de ar.

Quando estava aprendendo a respirar durante a locução, vi uma técnica que me ajudou consideravelmente: marcar o texto que será lido com barras simples ou duplas. As barras simples marcam as menores tomadas de ar. As barras duplas marcam as maiores tomadas de ar.

Como exemplo, tomaremos este texto publicitário da Golden Cross.

A VITÓRIA DE UM LIDER, É UMA CONQUISTA DIÁRIA, //
FEITA DE PEQUENOS GESTOS E ATITUDES. // A GOLDEN CROSS REAFIRMA ESTA VERDADE A CADA DIA // SE EMPENHANDO AO MÁXIMO / PARA QUE VOCÊ POSSA USUFRUIR DE NOSSA LIDERANÇA / COM TODA A TRANQUILIDADE QUE A SUA VIDA MERECE.// GOLDEN CROSS PRIMEIRO LUGAR EM SAÚDE."

Fechando este post, vou fazer aqui em casa um exercício para melhorar minha fala, quem sabe um dia serei locutora/apresentadora (risos). Se quiser me acompanhar, com uma caneta na boca, exercite a leitura em voz alta: “O lavrador é livre na palavra e na lavra, mas não pode ler o livro que o livreiro quer vender” ou “Quero que o clero preclaro aclare o caso de clara e declare que tecla se engana no que clama e reclama”.

sábado, 27 de agosto de 2011

Trabalho coletivo de rádio

Na matéria Técnicas de Programa de Rádio, o professor Marcelo Winter concluiu os estudos com a realização do “Jornal da Fundação”. Produzido a muitas mãos, por assim dizer, participaram as duas turmas do Curso Técnico em Rádio e TV.

Para que você pudesse assistir a essas gravações, contamos com apoio da Maria Prata, que levou seus equipamentos e filmou com duas câmeras todo nosso trabalho. O Francisco Silva fez toda a montagem e edição que veremos a seguir. Ambos são alunos que estão se formando (eles estão na fase do estágio). E o Roque, esse sim um dos alunos das turmas atuais, trouxe a aparelhagem de som.

Neste primeiro vídeo, o making off da produção:



Para ser inserido no Youtube, o vídeo foi dividido em blocos. Neste quinto momento fui uma das apresentadoras, ao lado do companheiro Emanuel:



E no sexto bloco do nosso rádio coletivo apareço lendo uma das notícias, sou uma das repórteres:



Parabéns a toda turma pelo trabalho desenvolvido.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Compreensão e Expressão Verbal

Lendo um texto de Cláudio de Moura Castro, encontrei uma passagem que analisa linguagem e capacidade de pensar. “Quem não aprendeu bem a usar palavras não sabe pensar. No limite, quem sabe poucas palavras ou as usa mal tem um pensamento encolhido”.

Isso para quem trabalha com rádio e televisão, a interpretação que devemos fazer dos fatos, é fundamental. Não só para o ouvinte que receberá nossas informações, mas também para nós mesmos profissionais, que fazemos essas transferências em forma de falas, imagens, textos e linguagem corporal.

Uma competência básica que precisamos ter como comunicadores é ler com fluência, sabendo o que está escrito; expressar-se por escrito com objetividade; e ouvir e entender nossas fontes para que nosso repasse de dados seja preciso.

Mesmo que você que está me lendo, um estudante como eu, não pense que a comunicação feita pelas mídias sociais (na maior parte das vezes) seja um bom exemplo a ser seguido. Pois o que não falta é estudo sobre a comunicação superficial feita por esses meios. Basta ver que as necessidades afetivas são supridas superficialmente. Não há o olhar, a expressão corporal e o tom de voz. Não há maior envolvimento, não há realmente entendimento.

Assim, devemos sempre buscar nos manter atualizados, estudando sempre. Interpretação também é questão de estudo, uma aprendizagem constante, para ter um amplo repertório de conhecimento. Lembrando que trabalhamos com uma atividade em que contamos com a liberdade constitucional, não precisamos pedir licença para ninguém para exercer nossa função, esta é uma nação democrática. Mas é um dever ético nosso fazer a matéria com foco correto.

É isso.





domingo, 21 de agosto de 2011

Pensando em EaD...

No dia 22 de agosto, começam as aulas das primeiras turmas da educação a distância do Instituto Federal de Rondônia, o IFRO. Li na internet um artigo sobre a dificuldade de, na atualidade, frequentar cursos presenciais (trabalhamos em média 40 horas semanais, precisando esticar o horário de vez em quando, temos família para dar atenção, tempo para descansar, entre outros), e ao mesmo tempo necessitamos de formação. Isso me animou a deixar registrada a importância que vejo nesse sistema de ensino.

Afinal, mundialmente existem vários modos para realizar um curso não-presencial, basta ver o histórico da EaD: de módulos enviados por correios à utilização da internet, são muitas as maneiras utilizadas com bons resultados. A vantagem da EaD está justamente na utilização dos avanços tecnológicos, a universalização do ensino, com a crescente oferta de cursos por instituições tradicionais e chegando a cada vez mais ao interior do País. Um exemplo são os projetos da Universidade Aberta do Brasil, encontrada em www.uab.capes.gov.br

Aliado à qualidade do ensino e a seriedade da instituição que oferece o curso, vejo que para ser um eficaz instrumento para a universalização do acesso à formação profissional e teórica, é necessário empenho por parte dos alunos.

Atualmente, faço um curso presencial em Porto Velho, e sinto o quanto a aprendizagem de fato acontece quando o aluno tem interesse em participar e se empenhar nas tarefas a serem realizadas. Em qualquer modalidade, é necessário seriedade, estudo, empenho, organização e dedicação por parte dos discentes.

No IFRO, a Política de Tecnologia Educacional e Educação a Distância “considera o aporte educacional que as tecnologias das fases da EAD no Brasil e no mundo (como material didático impresso, rádio, vídeo e televisão) associadas às Novas Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC (informática multimídia, ambientes virtuais de aprendizagem, transmissão pela Internet, videoconferência e produção e transmissão de sinal via satélite), para alcançar e atender cidadãos nas diversas regiões e situações encontradas em Rondônia”.

Os Cursos a Distância que iniciam neste semestre são técnicos subsequentes ao Ensino Médio, nas áreas de Segurança no Trabalho, Eventos, Logística, Meio Ambiente e Reabilitação de Dependentes Químicos. Por ser Ensino Presencial Virtual, a transmissão das aulas será via satélite e com atividades desenvolvidas nos Polos EAD de sete municípios de Rondônia, alcançando neste primeiro momento mais de dois mil alunos. O momento presencial ocorre uma vez a cada semana e as demais atividades pedagógicas serão realizadas via tutoria, no Ambiente Virtual de Aprendizagem. Há ainda o acompanhamento por parte de tutores e professores ligados ao programa. Mais informações no endereço eletrônico www.ifro.edu.br

Por ser uma instituição pública, vinculada diretamente ao Ministério da Educação, visualizo que o início dessa nova fase abrirá um campo pouco explorado na região. Um avanço para mais municípios, que carecem de mais aporte do poder público.