domingo, 1 de dezembro de 2013

Assessoria de Comunicação do IFRO busca opinião da comunidade

A Assessoria de Comunicação e Eventos do Instituto Federal de Rondônia está realizando uma pesquisa de imagem da instituição junto aos seus públicos internos e externos. O objetivo é analisar o nível de satisfação em relação à comunicação do IFRO. De acordo com a Assessora de Comunicação, Viviane Cristina Camelo, é muito importante que as respostas sejam enviadas, para que as políticas de comunicação institucional sejam traçadas conforme a necessidade social, “pedimos a colaboração de todos para que respondam as questões e nos ajudem neste processo de interação e de avaliação, assim poderemos entender o que está bom e o que precisamos implementar e/ou adequar”.

A enquete destinada aos servidores, englobando docentes e técnicos administrativos, foi enviada via e-mail institucional. Outro questionário está sendo aplicado a alunos e aos diversos membros da comunidade externa.

Para enviar sua resposta, clique AQUI.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Aprendendo mais com a internet


Às vezes me parece até uma redundância falar sobre internet, afinal, hoje boa parte da população respira tecnologia. Mas ainda precisamos aprender muito com a rede, especialmente nós, comunicadores em geral.

Vamos a uma questão de concurso, aplicada na prova do IFCE- 2009, que envolve internet e jornalismo empresarial:

A Internet, como plataforma do jornalismo em assessoria de comunicação, tem a aplicação de press releases via e-mail como uma ferramenta importante. Para que isso se configure numa ação eficiente e eficaz é preciso que os press releases:
A) sejam enviados ao maior número possível de destinatários já que não importa em custo operacional maior para a assessoria ou assessorado.
B) sejam enviados até para quem não tem interesse naquela informação, pois assim pode chegar a ser surpresa na redação e interessar a um novo grupo.
C) para serem mais efetivos, sejam enviados para um grupo selecionado de pessoas que têm interesse naquela informação ou assunto.
D) sejam enviados o mais rapidamente possível, sem a preocupação de ter formato padrão, com data, nome e telefone do contato e um lead que destaca o que de mais importante e interessante tem a informação.
E)sejam enviados sempre com a preocupação de promover as qualidades de um produto ou da empresa.

A resposta segundo o gabarito é a letra C. O que vejo como uma segmentação também no mailing list que de fato deveríamos usar no dia a dia. Para completar o tema segmentação, ou melhor, especialização, vamos falar agora sobre mídias sociais.

No curso “Herramientas Digitales Para Periodistas”, com a professora Sandra Crucianelli (http://www.sololocal.info/), vimos esta semana a importância de exercitar a tolerância nas redes sociais de quem tem ideias diferentes das nossas, especialmente quando estamos administrando perfis públicos.

Ela defende que nós mesmos, jornalistas, também somos uma marca importante: nosso nome ou imagem são públicos (especialmente quem trabalha nas redações e aprece todos os dias em tvs, rádios, jornais impressos e sites). Ela nos apresentou alguns princípios para utilizarmos em nossas redes, especialmente na utilização de buscadores e de apoio ao jornalismo cidadão:

1) Princípio de verificação: capaz de verificar a existência real do documento original. Muitas vezes temos uma cópia, o que nem sempre é suficiente. Outras vezes, o documento é antigo e há um contradocumento mais recente, que diminui o valor do que temos. Portanto, temos de ter a certeza de verificar se o documento é verdadeiro, original e válido.
2) Princípio explicativo: Que seja funcional para a pesquisa que fazemos e sirva para dar de respaldo  (para explicar uma hipótese de trabalho na redação).

3) Principio editorial: Que saibamos quem é a fonte que dá origem ao documento, quem o assina, que são responsáveis ​​pelo seu conteúdo.

4) Princípio da durabilidade: Que possamos mantê-lo sem correr o risco de perda ou desaparecimento. Por exemplo, se um documento está contido em um link, baixamos no PC e armazenamos duas cópias, pelo menos em dois discos diferentes, para garantir a sua preservação. Ou se você não pode fazer o download para o seu PC, capture a tela, pois qualquer informação da Web pode desaparecer amanhã.

sábado, 2 de novembro de 2013

Estudando ferramentas digitais para jornalistas

Este meu blog foi criado no primeiro curso do Knight Center Journalism in the Americas que fiz. Agora, estou no Curso “Herramientas Digitales Para Periodistas”, com a professora Sandra Crucianelli. Para guardar um pouco do meu aprendizado, estou postando hoje a primeira tarefa que fiz:

Profesora, Estoy retrasada en las tareas. Por esto, yo hizo todas juntas.

Creo que es possible hacer una crónica, sí, con lo que yo no conocia. Pero aún no tengo muchas habilidades y tendria que hacer otras busquedas. Pero, este seria un modo de comentarlos.  Yo empiecé por la procura más amplía, con la palavra Brasil, y "Porto Velho" entre comillas en el cuadro de frases exactas, en la última semana. Con la primera busca, encontré dos notícias sobre el tempo en mi ciudad: “Porto Velho”. Depues,  en segunda fase, para las últimas 24 horas. Y, por fin, com "finados" y "Porto Velho" (período hasta 24 horas). Se quedó así:

Dia quente em Porto Velho
Pouco antes das onze da manhã e a temperatura está em 27º, conforme registram os sites Clima Tempo e o Tempo Agora. Para o restante do dia, a previsão é que os termômetros subam acima dos 30º, uma vez que a máxima pode chegar a 31 ou a 36 graus, dependendo do site, mas ambos indicam possibilidade de chuvas neste sábado e domingo.

Finados, como está o feriado em Porto Velho
A grande movimentação nas regiões em que estão localizados os cemitérios da cidade, deixou o trânsito lento na manhã deste sábado (02), em Porto Velho. Segundo o site G1 Rondônia, a previsão é de que 40 mil pessoas fossem fazer visitas aos túmulos neste Dia dos Finados. Nos últimos dias as administrações dos cemitérios intensificaram o trabalho de limpeza geral para receber familiares e a comunidade porto-velhense.


Notícias diferentes neste Dia dos Finados
Estou fazendo um trabalho para o Curso “Herramientas Digitales Para Periodistas”, com a professora Sandra Crucianelli, da reconhecida instituição Knight Center Journalism in the Americas. E a tarefa de hoje é testar os buscadores avançados do Google. Aproveitando o Dia de Finados, fui procurar algumas notícias aqui de Porto Velho. Na maioria do textos, se mostra um dia comum de cobertura da data: limpeza de túmulos, quantidade de pessoas indo fazer visitas, vendedores ambulantes, circulação diferenciada da frota de transporte coletivo, enfim. Mas duas me chamaram a atenção, por serem mais originais.

A primeira mostra que no município de Rolim de Moura, o grupo Desbravadores realiza o Projeto “Guarde aqui seu Capacete Gratuitamente”, que visa dar aos motoqueiros visitantes do cemitério mais tranquilidade e segurança, sem estar  se preocupando com seus capacetes. E a segunda retrata o aumento na produção de velas, que chegou a mais de 40% durante esta época, em Porto Velho.

O Arcebispo Emérito de Porto Velho também se pronunciou sobre a data. Eis um trecho do artigo de Dom Moacyr Grechi: Diante deste testemunho, gostaria de repetir as mesmas palavras que pronunciei diante do túmulo de Chico Mendes, cujo sangue marcou a terra de Santa Cruz: “não devemos nunca desistir da nossa caminhada na construção de uma humanidade justa, a construção do reino de Deus. A morte daqueles que, como o Chico, dedicaram a vida por essa causa deve nos fortalecer para que nos inspiremos no que eles fizeram em vida, no sentimento de transformação da sociedade e principalmente pelo amor ao próximo e pelos mais pobres”.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

O jornalismo e as fontes

Faz uns dias que não trago novas informações para o blog. Tenho estudado uma variedade de assuntos, envolvendo comunicação e outros temas. Mas hoje resolvi voltar a escrever sobre provas de concurso, porque notei a necessidade de estudar sempre!

Para tanto, recorri à classificação das fontes, as “news promoters” (conforme Molotch e Lester/1974 ao conceituar as fontes como “promotores de notícias”). Afinal, o jornalista necessita manter suas fontes de informação, mas há uma questão ética sobre envolvimento e até graus de confiabilidade. E as classificações podem mudar de jornalista para jornalista, ou entre empresas, afinal, também se trata de relacionamento humano e social, sendo subjetiva e flexível conforme o contexto.

Para a Folha Online, existem quatro diferentes tipos de fontes, das quais ela recomenda a tomada de procedimentos diferentes antes da preparação do texto final.

A primeira é a fonte tipo zero, ou seja, “escrita e com tradição de exatidão, ou gravada sem deixar margem a dúvida: enciclopédias renomadas, documentos emitidos por instituição com credibilidade, videoteipes”. Estas não precisariam ser cruzadas com outras fontes para testar sua veracidade, mas por outro lado, o jornal desaconselha consultar apenas “um periódico do tipo jornal ou revista como única fonte para uma informação”.

Em seguida vem a fonte tipo um, que seria a mais confiável quando se refere a fontes humanas. “A fonte de tipo um tem histórico de confiabilidade - as informações que passa sempre se mostram corretas. Fala com conhecimento de causa, está muito próxima do fato que relata e não tem interesses imediatos na sua divulgação”. Aqui há uma recomendação interessante: “Embora o cruzamento de informação seja sempre recomendável, a Folha admite que informações vindas de uma fonte tipo um sejam publicadas sem checagem com outra fonte”.

Outra seria a fonte tipo dois, que possui “todos os atributos da fonte tipo um, menos o histórico de confiabilidade. Toda informação de fonte dois deve ser cruzada com pelo menos mais uma fonte (do tipo um ou dois), antes de publicada”.

E, por fim, a última é a fonte tipo três. Como consequência, esta detém a menor confiabilidade. “É bem-informada, mas tem interesses (políticos, econômicos etc.) que tornam suas informações nitidamente menos confiáveis”. Por assim ser, a Folha Online explica que devem ser tomados “dois caminhos para a informação de fonte tipo três: funcionar como simples ponto de partida para o trabalho jornalístico ou, na impossibilidade de cruzamento com outras fontes, ser publicada em coluna de bastidores, com a indicação explícita de que ainda se trata de rumor, informação não-confirmada”.

Já outro jornalista e escritor que gosto, Nilson Lage, utilizou a seguinte classificação: oficiais (instituições que preservam algum poder de Estado); oficiosas (as que não estão autorizadas a falar em nome de uma organização ou personalidade), independentes (as organizações não governamentais),  primárias ou secundárias (na perspectiva da sua relação direta e indireta com os fatos, respectivamente), testemunhas (quem presencia os fatos) e experts (especialistas em determinados assuntos e que interpretam os eventos).

Para mais informações sobre fontes de notícias, veja o estudo de Aldo Antonio Schmitz (UFSC).

Agora, fechando este post, vamos a uma questão de concurso sobre o tema:

IFCE - 2009 A fonte de qualquer informação nada mais é do que a subjetiva interpretação de um fato, segundo Felipe Pena. Para tanto, podemos selecionar:
A)Fontes oficiosas que são sempre as mais tendenciosas.
B)Fontes oficiais, mesmo que não estejam autorizadas a falar pela instituição.
C)Fontes independentes e oficiosas que sempre estão mais próximas da verdade.
D)Fontes independentes que são aquelas que não têm vínculo direto com o assunto.
E)Fontes oficiais que nos revelam informações em off, que sempre são as notícias mais fortes.

Gabarito: D

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Crônica e Jornalismo

Hoje fui procurar mais informações sobre a crônica jornalística e encontrei esse belo documentário. Compartilho em meu blog por considerar de extrema importância a divulgação e conhecimento do conteúdo!

Documentário: Machado de Assis - A Crônica e a História (Bloco 1/4)

Documentário: Machado de Assis - A Crônica e a História (Bloco 2/4)

 Documentário: Machado de Assis - A Crônica e a História (Bloco 3/4)

Documentário: Machado de Assis - A Crônica e a História (Bloco 4/4)

domingo, 15 de setembro de 2013

Pichações e metáforas da letra

Tenho lido algumas obras tentando compreender o processo de análise de discurso. E não pude passar uma leitura que acabo de fazer, vamos á reflexão:

Interessante a análise feita por um dos estudos de Eni Orlandi (2012) sobre sociedade, democracia, casa, rua, sujeito... em que a escritura urbana - uma metáfora da letra -, o grafismo da pichação é um “eu sou”, “eu existo”, “eu estou aqui”. Nisso, esse sujeito não se submete ao certo/errado ao qual foi segregado, ocupando um espaço (muro, parede) de duas faces: em que o dentro é o “privado” e o fora é o “público”.

Do lado das “autoridades”, Orlandi faz uma comparação com uma campanha publicitária realizada pela Prefeitura de Campinas: “O que eles chamam de diversão, nós chamamos de vandalismo, o que eles chamam aventura, nós chamamos depredação, o que eles chamam arte, nós chamamos infração, o que eles chamam liberdade de expressão, nós chamamos poluição. Vamos virar essa página”.

Por que há “eles” e não “vocês”? É o que reflete a autora sobre a escolha governamental:

“Aí, pelo menos a prefeitura estaria reconhecendo esse outro como parte da sociedade e estaria conversando com ele, reconhecendo-o como um interlocutor com quem deveria dialogar, e não falando deles com esta distância. Isto é segregação. E ao dizer que é infração o que ‘eles’ chamam de arte, estão criminalizando o seu processo de simbolização. Estigmatizando sua invenção. E é assim que acabam empurrando grande parte da nossa juventude para a criminalidade. Produzindo esta imagem estigmatizada, de delinquência, ao invés de acolher, desenvolver essa capacidade de expressão e deixá-la significar no interior da sociedade”.

Boa reflexão para nós também no dia a dia!!!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Comunicação e consumo

Puxa, faz uns dias que não me dedico a escrever para meu blog! São os cursos, a correria do dia a dia, o estudo. Por isso, resolvi partilhar uma capacitação que estou fazendo agora, na seção que envolve comunicação e direito do consumidor. Mais especificamente, entra em questão a publicidade.

Aproveito para lembrar que o termo publicidade está mais ligado ao comércio, enquanto a propaganda serve a fins mais ideais (humanitários e outras causas sociais). Só para nos situar historicamente, a publicidade se firma mesmo após a revolução industrial e a produção de massa. No Brasil, iremos encontrar a divulgação comercial a partir do século XIX, e os produtos da época eram imóveis, carroças, artesanato, serviços de profissionais liberais e, pasmem, de venda de homens e mulheres escravizados. Veiculados em cartazes, folhetos e painéis de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo.

No curso também aprendemos a separar a publicidade enganosa da publicidade falsa. E o exemplo dado é este vídeo da pela Folha de São Paulo na década de 80, mostrando que é possível uma mensagem publicitária ser enganosa ainda que não possua qualquer elemento de falsidade: “É possível contar um monte de mentiras, dizendo só a verdade...”



Entre os tipos de publicidade enganosa estão os por comissão (ou por ação), em que o “anunciante induz o consumidor em erro fazendo declaração falsa sobre o produto ou serviço”. Um exemplo trazido é o de um consumidor que entrou na justiça contra uma operadora de celular que anunciava sinal de tecnologia TDMA em seu município, o que na época não existia na prática, induzindo à população local ao erro, pois comprou os aparelhos e não pôde usufruir do serviço, o que ocasionou grande frustração nos consumidores.

Já para na publicidade enganosa por omissão, “o anunciante induz o consumidor em erro deixando de informar algo essencial referente ao produto ou serviço”.
Como exemplificação se usou o caso de curso que não confere diploma de conclusão de 2º grau. Para mais informações sobre este curso que estou fazendo, acesse o site do Senado Federal, clicando AQUI.